Apresentação de Comunicações_
Submissão e apresentação de Comunicações ao Congresso
1. Requisitos para a apresentação das Comunicações
Nesta edição do congresso, a apresentação das comunicações será feita virtualmente.
Para que a sua comunicação seja apresentada no congresso, é necessário cumprir os seguintes requisitos:
Requisitos gerais:
O resumo deve ter sido aceite pelo Comité Científico.
A comunicação completa ser enviada dentro do prazo estabelecido.
Requisitos formais:
As comunicações aprovadas pela Comissão Científica serão apresentadas, dia 17 de outubro, através de plataforma online.
Os autores das comunicações selecionadas pela Comissão Científica, serão notificados, por email, para apresentação do texto da comunicação final.
O texto das comunicações selecionadas não deverá ultrapassar as 1500 e 2000 palavras, referências incluídas, e a apresentação da comunicação, em sessão temática, decorrerá online e terá uma duração máxima de 10 minutos.
Todas as comunicações selecionadas pela Comissão Científica são candidatas ao Prémio Joaquim Luís Coimbra. Caso os autores não pretendam participar devem comunicar previamente à Comissão Científica.
Pode consultar a lista de linhas temáticas aqui.
2. Submissão de Resumos
3. Revisão e Aceitação pelo Comité Científico
4. Submissão do texto integral
5. Publicação no livro de atas
TEMAS PARA EXPLORAÇÃO NAS COMUNICAÇÕES LIVRES
O 26.º Congresso Internacional de Formação para o Trabalho Norte de Portugal/Galiza focado no tema “Inteligência artificial: um bem comum para a formação para o trabalho?” pretende estimular a reflexão e debate com comunicações que se enquadrem nas seguintes linhas temáticas:
- Políticas públicas para a transição digital e Inteligência Artificial.
- O papel da Inteligência Artificial no desenvolvimento coeso e inclusivo das regiões transfronteiriças.
- Desafios éticos no uso da Inteligência Artificial: o que justifica o uso e que saberes passam a ser valorizados em formação para o trabalho.
- Modelos de governação da Inteligência Artificial que protegem os trabalhadores e o seu desenvolvimento.
- Enviesamento na Inteligência Artificial e o seu impacto na exclusão de grupos vulneráveis no mercado de trabalho.
- Projetos de formação para proteger profissionais em risco de exclusão pela automação.
- Como a Inteligência Artificial pode alterar a relação humana e pedagógica nos processos de ensino-aprendizagem.
- Democratização do Conhecimento: como as ferramentas gratuitas de Inteligência generativa reduzem (ou aumentam) as assimetrias na aprendizagem.
- Diretrizes institucionais para o uso responsável da Inteligência Artificial na formação e plataformas de e-learning.
- Modelos preditivos de Inteligência Artificial para identificar necessidades de atualização e requalificação profissional.
- Novas estratégias para capacitar formadores e tutores de competências críticas de literacia em Inteligência Artificial.
- Ferramentas digitais como suporte para uma aprendizagem personalizada.
- O uso de simuladores virtuais na formação técnica e profissionalizante.
- Partilha de Recursos Educativos Abertos (ferramentas de Inteligência Artificial de código aberto)
- Estudos de Caso: Experiências reais de integração de tecnologias digitais na formação de adultos e Aprendizagem ao Longo da Vida.